RESENHA 93: The Pope - LP Lovell

Olá Colecionadores! Tudo bem com vocês?
A resenha de hoje é de livro estrangeiro! 
Boa leitura!


Livro: 121/2018
Literatura Estrangeiro (Ebook)
Data de término: 15/11

Sinopse: ”Eu sou um padre, um mensageiro de Deus, um bom homem. Pelo menos é o que eu gostaria que todos eles acreditassem.

Ela é uma ovelha perdida, à deriva do seu rebanho e procurando abrigo dos lobos que se agarram aos seus calcanhares. Ela está procurando por salvação, proteção, perdão por seus pecados. Eu não sou o homem para dar isso a ela. Mas pela primeira vez na minha vida, quero ser.
Mal sabe ela … 
Que até o diabo se disfarça de anjo de luz.”

Pela sinopse esperava mais do livro. Não achei nenhum pouquinho dark, pelo contrário. A autora exagera demais nos adjetivos, tanto que o livro se torna dark pelo que ela fala e não pelas ações dos personagens. O tempo todo ela diz que Judas é um monstro, é cruel, vive nas trevas e "o homem de Deus" é só fachada para os crimes que ele comete! Sim, ele é um criminoso, mas não sanguinário como a autora afirma em palavras, não em ações! Outra coisa que me deixou incomodada, o fato da autora endeusar demais , tanto ele, quanto ela. Como se ambos fosses criaturas celestiais pecaminosas, destinadas a ficarem juntos, já que um é trevas e o outro é luz, sendo que ambos são criminosos. Além, é claro e ridículo também, ambos são lindos e maravilhoso em qualquer situação, são atraentes e despertam luxuria em qualquer situação. Tá, tudo bem, sei que a maioria dos livros clichês adotam essa forma de escrita: "ela é perfeita"; "ele é um deus grego e do sexo", "é a luz que faltava na minha vida"; "é a paz que minha alma necessita"... mas ficar colocando isso em todos, eu disse todos, os capítulos é exagero demais!
Como que um cara, em que a autora descreve como monstro, pode ser tão doce e cuidadoso? Em alguns momentos parece que ele tem uma alma feminina de tão suave que ele chega a ser! A autora até quis colocar um DNA "Christian Gray" no padre, mas a intenção saiu pela culatra e foi fracassada, ridícula mesmo! Quanto a Dalila.. em alguns momentos ela parece uma anta! Totalmente manipulável, todas as ações dela são fruto da manipulação, primeiro do ex namorado e depois de Judas. E Judas é o mais manipulador de todos. 
Enfim, para quem gostou do livro, eu digo: que bom para você! Mas aviso, é um livro escrito para vender e não para impressionar o leitor!

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